Uma nova perspectiva usando Threat Intelligence

Em um cenário de constantes ataques cibernéticos, profissionais de Segurança podem redesenhar a estratégia de Cibersegurança, com análise e monitoramento de ameaças 24x7 e com o Threat Intelligence da Skurio, ofertada 100% em SaaS

Por: Redação, ⌚ 21/09/2021 às 18h33 - Atualizado em 24/09/2021 às 18h35

As violações de dados se tornaram a grande preocupação das organizações, isso porque as mudanças para a transformação digital estão colocando à prova os atuais sistemas de Seguranca, que se apresentam como insuficientes para a ação cada vez mais esperta dos cibercriminosos. Sem contar outros desafios como questões regulatórias, trabalho remoto, pandemia e alta dos ataques cibernéticos, exigindo um profundo planejamento estratégico de defesa.

 

De acordo com o levantamento da EY sobre o impacto do COVID-19 nos investimentos em segurança e privacidade, ataques ilícitos em sistemas tecnológicos corporativos aumentaram aproximadamente 300% neste ano, em relação aos meses pré-pandemia.

 

O levantamento ouviu 130 companhias dos cinco continentes, em países como Estados Unidos, Brasil, África do Sul, Suíça, Índia e Dinamarca e constatou que oito em cada dez líderes consultados afirmam que suas empresas sofreram algum impacto negativo em suas operações devido ao phishing (69%), malware (54%) e ataques de negação de serviço (59%).

 

Diante deste cenário alarmante, as organizações precisam redesenhar as estratégias para melhorar as ameaças externas e internas, pesquisando de forma rápida e automática várias fontes que podem resultar em ataques cibernéticos. E essa pesquisa deve ser inserida em um contexto de análise e monitoramento contínuos, com agilidade na detecção 24 horas por dia, 365 dias ao ano.

 

Pautada nessa demanda, a PGIDB traz para o Brasil a ferramenta de Cyber Threat Intelligence, Skurio. Trata-se de uma plataforma de inteligência de ameaças 100% SaaS, que protege os clientes de riscos e ataques cibernéticos, monitorando múltiplas fontes de dados, permitindo um processo acurado de validação a fim de controlar vazamentos ou fluxo de informação corporativa na DarkWeb, DeepWeb, redes sociais, sites da rede Tor, site de chats de hackers e repositórios como o PasteBin ou DumpSites.

 

Com tudo em um só lugar, os analistas podem gastar menos tempo pesquisando e mais tempo analisando ameaças de forma automática baseados no monitoramento sobre domínios de Internet, email, redes IPs, nomes, dados pessoais e corporativos. A ferramenta Skurio roda com todos os protocolos de segurança e é amplamente usada por instituições internacionais de inteligência, que lutam contra o ciberterrorismo, lavagem de dinheiro e crimes cibernéticos.

 

Estratégia nacional

 

De acordo com Paúl Arturo Penaloza, CTO Global Services da PGIDB, a Skurio reúne experiências de muitos países e inteligência de diversas organizações, o que permite acesso às mais variadas formas de ataques existentes. “Estamos sempre muito atentos às inovações no mercado de Segurança Cibernética e às demandas dos clientes brasileiros. Nosso objetivo é proporcionar às empresas um diferencial competitivo em CyberDefesa, principalmente diante do atual cenário de constantes ataques e vazamentos de dados críticos”, pontua.

 

A PGIDB é a divisão de soluções e serviços da Holding PGIDB, que tem entre suas coligadas diferentes unidades especializadas em verticais de negócio. A ferramenta Skurio já está rodando em três clientes brasileiros das verticais de Finanças, Governo e Enterprise. A ideia é expandir a oferta para todas as áreas de negócio e fazer com que a PGIDB seja vista como uma companhia que se preocupa com a maturidade de segurança no Brasil, auxiliando os clientes nessa nova etapa da cibersegurança, que precisa ser ágil, eficiente e confiável.

 

“Nosso SOC e MSS são a base da estratégia corporativa para Treath Intelligence & Ciberseguranca, nos quais monitoramos o ciberespaço 24×7 fornecendo aos nossos clientes uma visão ostensiva na vigilância das suas informações e dados pessoais. A PGIDB não é definida simplesmente por uma estratégia comercial, mas sim, pela responsabilidade que tem junto à comunidade de segurança em ajudar os profissionais a agirem preventivamente”, completa Paúl Arturo Penaloza.

 



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