Momento Open Finance exige segurança embarcada

O mundo está se tornando digital e altamente conectado, mas ainda é necessário atender as demandas dos ambientes híbridos, protegendo transações financeiras em canais online e em terminais de autoatendimento

Por: Léia Machado, ⌚ 16/08/2021 às 18h20 - Atualizado em 17/08/2021 às 19h09

Sem dúvida os canais digitais trouxeram um avanço sem precedente para as movimentações financeiras no Brasil. De acordo com a Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária, juntos, os canais digitais (internet banking e mobile banking) concentram 67% de todas as transações e são responsáveis por 8 em cada 10 pagamentos de contas, e por 9 em cada 10 contratações de crédito. O sistema de pagamento instantâneo Pix foi adotado por 70% dos pequenos e médios empreendedores no país e movimentou 338,2 milhões de transações em março deste ano.

 

Por mais que o setor financeiro no Brasil seja maduro com números impressionantes nos canais digitais, ainda há 70 milhões de brasileiros que ainda preferem usar papel-moeda como meio de pagamento. Muitos empregadores afastados das grandes cidades efetuam o pagamento de salário em dinheiro.

 

É neste cenário que players enxergam oportunidade para melhorar as tecnologias embarcadas nos equipamentos de autoatendimento. O mundo está se tornando digital e altamente conectado, mas ainda é necessário atender as demandas dos ambientes híbridos, principalmente em um momento de Open Finance, que exige sagacidade do setor bancário em termos de inovação e segurança cibernética.

 

Atenta ao movimento brasileiro de transformação dos meios de pagamento e da relação das instituições financeiras com o cliente, a Diebold Nixdorf lança hoje (16) o terminal de autoatendimento DN Series 400. Com uma abordagem modular, aberta e always-on, o equipamento conta com tecnologia de biometria, integração nativa baseada em Internet das Coisas (IoT) All Connect Data Engine e recursos de Segurança com criptografia e sistemas antifraude.

 

De acordo com Matheus Neto, Gerente de Soluções de Hardware da Diebold Nixdorf, o equipamento é mais leve e foi pensado para atender as demandas físicas e digitais. “A Segurança é um dos pilares estratégicos e o equipamento foi criado para atuar de forma inteligente com sensores que analisam o comportamento padrão de ATM, caso surja alguma anomalia, a instituição poderá bloquear a transação ou gerar algum alerta de segurança”, pontua o executivo durante coletiva online de imprensa.

 

Neto acrescenta que o terminal conta com criptografia Advanced Encryption Standard (AES) embarcada e gestão proativa com sistema antifraude de última geração que tem recursos para resistir a fraudes físicas e cibernéticas. “Globalmente, investimos US$ 200 milhões com pesquisa e desenvolvimento em vários aspectos, entre eles, segurança física e lógica”, completa Elias Rogério da Silva, Presidente da Diebold Nixdorf Brasil.

 

Silva explica que os terminais possibilitam customização e podem ser configurados de diversas formas, inclusive estão aderentes ao mundo das APIs, pautados no Open Banking por meio do software DN Vynamic Self-Service, permitindo uma plataforma de software aberta e integrada ao ecossistema de canais das instituições financeiras. A ideia é ofertar também experiência para o consumidor com uso mais dinâmico e alta disponibilidade de serviços com tela multitouch e sensores de reconhecimento sem contato.

 

“Com o avanço de questões como o Open Banking, o foco está totalmente centrado na experiência dos consumidores. Essa é uma demanda para o agora e para o futuro”, finaliza Silva.

 



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