Ciberataques: Quanto o fator humano se torna o elo mais forte

Painel de debates durante o Security Leaders Virtual reúne CISOs para discutir sobre as principais ameaças da atualidade e como o elemento humano pode ser um diferencial quando bem liderado para lado do bem

Por: Redação, ⌚ 22/06/2020 às 12h19 - Atualizado em 23/06/2020 às 19h06

O tema Humanizando a Segurança em tempos de Crise nunca fez tanto sentido como atualmente. Um cenário de pandemia não estava nos planos dos gestores de Segurança e TI, eles foram colocados à prova, virando o jogo provando seu valor na organização e liderando os trabalhos de uma maneira diferente, com praticamente 100% dos colaboradores trabalhando de casa.

 

Esse cenário é ainda mais desafiador quando os cibercriminosos aproveitam a fragilidade das empresas diante da COVID-19 para aplicar golpes e roubar informações. Quais ataques estão em alta neste momento? Como os CISOs estão protegendo os ativos mais importantes e, ao mesmo tempo, liderando o fator conscientização do trabalho remoto seguro?

 

De fato, é um momento complexo, de crise e estrese para as lideranças, não seria diferente para os gestores de Segurança da Informação. Durante o Security Leaders Virtual, CISOs destacam os ataques cibernéticos mais desafiadores da atualidade e falam como estão driblando esse mal.

 

Além disso, os executivos fazem uma importante reflexão em como tornar o ser humano o elo mais forte dessa cadeia. Participaram dessa conversa o CISO da Conductor, Gil Santos, Rodrigo Godoi, Head de Cibersegurança da Riachuelo, Julio Padilha, CISO da Sodexo, Júlio Urdangarin, diretor da IplanRio e Marcos Tupinambá, Delegado da Polícia Civil de São Paulo.

 

Veja na íntegra esse bate papo mediado pela jornalista e diretora editorial da TVD e Security Report, Graça Sermoud.

 

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