PSafe lança laboratório especializado em segurança digital

Com investimento de R$ 3 milhões, DFNDR Lab reúne time de white hat hackers, especialistas em cibersegurança, e oferece serviços para proteger o usuário da guerra cibernética

Por: Redação, ⌚ 16/10/2017 às 17h00 - Atualizado em 16/10/2017 às 17h00

A PSafe anunciou a criação de um laboratório de segurança especializado no combate ao cibercrime e em defesa da proteção da liberdade digital do internauta, o DFNDR Lab. O novo laboratório reúne um time global de white hat hackers com vasta experiência e conhecimento técnico em segurança digital, tecnologia proprietária baseada em inteligência artificial, machine learning, e colaboração em comunidade para combater golpes e ataques cibernéticos cada vez mais sofisticados.

 

“O DFNDR Lab nasce com a missão de proteger toda a sociedade brasileira, não apenas o usuário dos nossos aplicativos. Ciberataques roubam das pessoas a liberdade de se conectarem em segurança com suas famílias e amigos, de se expressarem quando e onde quiserem, de compartilharem informações com os outros e navegarem com segurança. Nós não podemos e não devemos aceitar isso”, defende Marco DeMello, CEO da PSafe.

 

O momento da criação do laboratório é uma resposta ao crescente cenário de guerra cibernética que vem se multiplicando em todo o mundo. Diariamente, milhões de pessoas são impactadas pelos mais diversos e sofisticados golpes digitais e se tornam vítimas dessa batalha invisível.

 

“Todos os dias bloqueamos mais de 1 milhão de páginas maliciosas. E essa é apenas uma das proteções que oferecemos por meio do nosso principal app, o DFNDR Security. Queremos expandir essa cobertura para toda a comunidade. Para isso, ao longo do último ano, investimos R$ 3 milhões na expansão de nossa infraestrutura de segurança, que cresceu de três para 26 servidores; e na construção de tecnologias proprietárias anti-hacking, anti-malware e anti-phishing baseadas em inteligência artificial, para que pudéssemos estruturar o laboratório”, afirma Emílio Simoni, Diretor do DFNDR Lab.

 

Com o website, o laboratório passa a oferecer, também, um serviço que não apenas possibilita ao usuário checar se ele está prestes a cair em um golpe, mas também permite que ele se junte à empresa na luta contra os hackers: o Detector de Phishing. Além de pesquisar se um endereço de internet (link / URL) pode representar perigo para sua vida digital, a sociedade também poderá submeter links que acreditam ser maliciosos para a análise do time de especialistas.

 

“Mais do que um serviço, o DFNDR Detector de Phishing será um ecossistema vivo de combate ao cibercrime. Isso porque, além de criar no usuário brasileiro uma cultura de prevenção e manutenção de sua segurança pessoal no ambiente online, permite que ele contribua para a identificação mais rápida de novas ameaças digitais e, consequentemente, para bloqueio delas, evitando que mais usuários sejam afetados”, explica Emílio.

 

Outro grande objetivo deste website é ser um canal de educação da população sobre a guerra cibernética. Ali, constarão orientações para as pessoas aprimorarem seus conhecimentos sobre segurança digital, um contador com informações em tempo real com o número de brasileiros que foram protegidos de golpes virtuais, pelo app DFNDR Security, nas últimas 24 horas, e também um relatório trimestral sobre ameaças cibernéticas.

 

O primeiro relatório apresentado pelo DFNDR Lab, referente ao terceiro trimestre do ano, traz informações sobre a evolução e a sofisticação dos ataques que utilizam, cada vez mais, de engenharia social para ganhar escala. Entre os principais destaques do trimestre, estão:

 

  • Os ciberataques totais cresceram 44% entre o segundo e terceiro trimestre de 2017.

 

  • Ciberataques via malware cresceram de 3,7 milhões para 5,5 milhões, um salto acima de 49% entre os dois trimestres.

 

  • Ciberataques via links maliciosos cresceram de 45,7 milhões para 65,7 milhões, um salto de quase 44% entre os dois trimestres.

 

Os dados mostram que links maliciosos já são 12 vezes mais usados do que malwares. O crescimento epidêmico de links maliciosos demonstra ampla aplicação de metodologias de engenharia social em ciberataques.

 



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Rangel Rodrigues
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