Axur oferece proteção contra pirataria

Empresa especializada em monitoramento de risco digitais durante a jornada de compra de consumidores na internet alerta sobre aplicativos fraudulentos e apropriação de identidades

Por: Redação, ⌚ 15/12/2017 às 10h09 - Atualizado em 15/12/2017 às 10h09

Na época de festas, muitos consumidores aproveitam as ferramentas oferecidas pela internet para caçar os melhores preços e economizar nos presentes, mas, na maioria das vezes, o barato sai caro. Isso porque boa parte dos produtos oferecidos em sites, redes sociais e marketplaces são, na verdade, falsos.

 

“Produtos piratas, por não terem controle de qualidade, não funcionam corretamente e podem representar riscos a quem compra”, diz Ramiro Barradas, especialista em risco digital da Axur, empresa brasileira dedicada ao monitoramento de riscos digitais na internet no Brasil, e que oferece um serviço que identifica e remove anúncios de produtos piratas na web.

 

O serviço varre marketplaces como Mercado Livre e OLX através de buscadores automatizados e machine learning, identificando anúncios de produtos piratas com base em vários indicadores pré-configurados de acordo com as necessidades da empresa. Uma vez identificado e comprovado como produto falsificado, o anúncio é removido.

 

Com o trabalho ativo de remoção de anúncios, a empresa não só evita que consumidores sejam lesados, mas também previne que marcas percam de receita através de compras ilegais ou não autorizadas e sofram danos por causa da má experiência do cliente que comprou o produto falsificado. “Muitas vezes os compradores não sabem que estão consumindo um produto pirata e associam a má qualidade dele à empresa que comercializa o produto original”, lembra o especialista.

 

Identificação e proteção

 

Além de marketplaces como o Mercado Livre, os produtos piratas também estão presentes em outras plataformas da web, como as redes sociais. “As redes sociais em geral, principalmente o Instagram, tem servido, infelizmente, para disseminar produtos falsificados massivamente. Os criminosos usam os Stories para divulgação das páginas que vendem esse tipo de produto”, destaca Gabriela Nahra, coordenadora de proteção de marca da Axur.

 

Muitas vezes, não é fácil para o cliente identificar se o produto que ele está comprando é pirata. É comum que o produto falsificado não tenha uma diferença de preço muito grande em relação ao original, e o vendedor caracteriza o valor mais baixo como uma promoção ou desconto.

 

Para se proteger dessas fraudes, o consumidor deve procurar comprar produtos apenas em canais oficiais das marcas ou em revendedores autorizados. “Na dúvida, busque os canais de contato oficiais da marca e questione se aquele canal de venda que foi encontrado é legítimo”, completa Gabriela.

 

Uma cartilha divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) em novembro mostra quais são os danos que produtos piratas podem causar ao consumidor. Os calçados falsificados, por exemplo, geralmente não têm amortecimento e prejudicam as articulações de quem os usa. Os produtos piratas ainda podem causar problemas de saúde provocados por compostos químicos utilizados na fabricação, como chumbo e mercúrio.

 

Além disso, a pirataria causa um impacto econômico gigantesco. Um levantamento do Fórum Nacional Contra a Pirataria e Ilegalidade (FNCP) divulgado neste mês indicou que o Brasil perde R$ 130 bilhões por ano com pirataria, contrabando e comércio ilegal de produtos e conteúdo.

 



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Rangel Rodrigues
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