LGPD: Prova de fogo para a educação

Até agosto de 2020 todos os setores deverão estar em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados, mas as instituições de ensino terão a difícil tarefa de colocar em prática um plano de ação antes de outubro de 2020, quando soltam os editais das matrículas.

Por: Paula Zaidan, ⌚ 08/08/2019 às 16h18 - Atualizado em 12/08/2019 às 18h18

Enquanto especialistas avaliam que um terço dos bancos já estão preparados para a LGPD, a educação estuda como implementar o plano de ação a curto prazo, ao menos no que diz respeito às questões do consentimento, dado que em outubro deste ano todos soltarão os editais de matricula para 2020.

 

Nesse sentido, em tese, a maioria das instituições de ensino deveria estar numa fase avançada. Na prática, isso não acontece – salvo exceções como a Laureate, que já tem a experiência da GDPR e conta com um time composto pela área de segurança, TI, compliance e jurídico  e agora segue para orquestrar o planejamento junto à área pedagógica.

 

Entre as disciplinas requeridas pela LGPD, o mapeamento de dados está numa fase inicial e, ainda, muitos afirmam que só terão feito essa lição de casa em meados de janeiro.

 

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